sábado, 9 de fevereiro de 2008

And if you wanna make sense, Whatcha looking at me for?

música: nenhuma humor: blé

Lembra quando sua única preocupação na vida era pra onde ir sábado?

E não existiam rotinas massantes e contas infinitas?

E você não se sentia um robozinho, indo e vindo do trabalho, comendo, andando, dormindo.

Não, eu não estou reclamando. Mas as coisas mudam e isso é bom.


E eu gosto de mudanças, sabe. Especialmente as grandes. Elas só comem meu fígado de ansiedade, mas e daí?


Sabe a moça da sala de espera da gine que falei uma vez? Esbarrei ela outro dia. Grávida, de três meses. "Graças às pílulas do Frei Galvão, menina! Toma, experimenta!"
Nada.

E a recepcionista que não queria ter filhos tão cedo porque se achava muito nova para tal (32 anos), tá grávida também. De sete meses. Uma menina que vai se chamar Esther.

Invejinha boa, juro. Claro que eu fico triste por isso não estar acontecendo comigo agora, mas sei que minha hora vai chegar, ne. Ou não?

Aí o mestre disse para mim hoje:

O sucesso depende de bons relacionamentos, tenha certeza disto. Nada demais acontecerá sem o estabelecimento de fortes e sinceros vínculos entre todas as pessoas participantes, a despeito de sobrarem recursos financeiros.


Ok, ok. Fiiiiiiine, I´ll wait.
E chega de ignorar os sinais do Unvierso, prometo.

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