raphael <3

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Sexta-feira, 22 de Maio de 2009

As mudanças físicas e emocionais no terceiro trimestre da gravidez

Ao mesmo tempo que desejam que os meses passem rápido por causa do peso na barriga, das dores nas costas, das noites insones, dos pés inchados, as grávidas também não querem se desfazer da barriga, das atenções que essa condição determina. E isso também significa passar pelo parto, sempre uma fonte de preocupação para mães. Essa ambigüidade acaba atenuada pelo próprio bebê. No início do sétimo mês, embora ele esteja grande, ainda tem espaço para se movimentar. E como se mexe! É uma delícia senti-lo, mas a sensação pode tornar-se incômoda logo. A partir do oitavo mês, as grávidas costumam reclamar que o bebê coloca o pé na costela, provocando dor e falta de ar. "Nessa fase, a criança tem pouco espaço e, quando se estica, o útero encosta no fígado, causando uma dor que a mãe interpreta como se fosse na costela", diz a ginecologista Rosa Ruocco. Basta empurrar o bebê para o lado esquerdo que melhora.

Os seios voltam a crescer. É provável que comecem a eliminar colostro, uma secreção meio branca ou meio amarelada, rica em anticorpos, que vai alimentar o bebê nos primeiros dias depois do parto.

Com o crescimento do útero, o estômago fica mais achatado e abriga menos alimentos. Se a grávida come demais, pode vomitar. E, se ela deitar depois de comer, pode sentir um gosto azedo na boca. É o retorno do suco gástrico, o refluxo. Uma forma de driblar esse incômodo é se alimentar mais vezes ao dia, em pequenas quantidades. E evitar frituras, temperos fortes e bebidas gasosas, que predispõem à azia.

Reta final
Agora, as grávidas parecem maratonistas. A respiração fica mais curta e freqüente. A falta de ar é causada pela pressão do ventre desenvolvido sobre o diafragma. O crescimento do bebê também aperta a bexiga, podendo levar a perdas involuntárias de pequenas quantidades de urina ao tossir, correr, rir ou fazer algum esforço. A melhor prevenção é urinar com freqüência. Cãibras são comuns no período final da gestação e podem ser sintoma de falta de cálcio e potássio. Quando for atacada por cãibras, massageie a parte do corpo afetada e faça alongamento.

Você pode ainda se queixar de dor na bacia e nas costelas porque os ossos dessa região passam por uma acomodação para o parto. "Eles se abrem um pouquinho. A movimentação é quase imperceptível, porém dolorida ", avisa Rosa. É possível também sentir dor nos ossos, na altura da vagina, porque o bebê vai descendo e se encaixando. "Esse movimento pressiona os ossos do baixo-ventre causando uma dor que se irradia pela região", explica a ginecologista. É o corpo já se preparando para expulsar o bebê. Fique atenta aos sintomas do trabalho de parto. Eles nem sempre são claros, resultando em ansiedade e aumentando o mistério sobre o fim da gestação. Segundo pesquisadores da Universidade do Texas, nos Estados Unidos, fetos de ratos liberam uma proteína dos pulmões, desencadeando o trabalho de parto. A substância sinaliza que os ratinhos podem respirar fora do útero. Os cientistas acreditam que em seres humanos ocorra o mesmo. Mas não se arriscam a confirmar. Pesquisas em humanos envolvem risco de aborto. Um preço muito alto a pagar.

Medos e ansiedades
O último trimestre também pode ser um período de temores para muitas grávidas. Para outras, apenas de certa apreensão ou ansiedade com a proximidade do parto. Mães de segundo filho costumam ficar apreensivas com o futuro - dar conta das duas crianças - ou dirigem sua preocupação à reação que o primogênito poderá ter com a chegada do irmão. Certas gestantes enfrentam o receio do marido de machucar o bebê durante a relação sexual. "Ele acaba rejeitando o sexo, e ela pensa que é porque está gorda", diz a psicanalista Maria Cristina. Seja qual for sua preocupação, leve-a para o médico. Mesmo que ele não tenha todas as respostas, você vai se sentir aliviada por conversar.

Quinta-feira, 14 de Maio de 2009

eu leio isso:

O bebê não pára de chorar. O que fazer?
pregnancy cartoon
Você pode tentar algumas técnicas para consolar seu filho. Nem todas funcionam com todos os bebês, por isso, conforme você for se familiarizando com seu filho, vai perceber qual combina mais com a personalidade dele.

• Segure o bebê bem perto de você, no colo, e tente enrolá-lo numa manta

Os recém-nascidos gostam de se sentir apertadinhos, como estavam dentro do útero, o que lhes dá segurança. Você pode experimentar enrolar o bebê numa manta leve e ver se ele gosta, sem apertar muito. O contato físico, no colo, principalmente se o bebê conseguir ouvir seu coração, costuma ajudar -- e você provavelmente fará isso por instinto.

Há crianças, porém, que não gostam de ficar enroladas na manta, e que preferem outras formas de reconforto, como o balanço ou a música.

• Ache um ritmo constante

Dentro do útero, o bebê ouvia os batimentos do coração da mãe. Depois que nascem, continuam gostando de ficar no colo, perto do som conhecido. Mas dá para tentar encontrar outros sons repetitivos e regulares como as batidas do coração, que tenham um efeito calmante. Às vezes, um ambiente mais barulhento, como o meio de uma conversa animada, acalma o bebê, por incrível que pareça.

• Nine o bebê

A maioria dos bebês adora ser ninado, com um leve balanço, e o seu tem grandes chances de gostar também. Pode ser caminhando com ele no colo ou sentada na cadeira de balanço. O carro também costuma ter um efeito relaxante. Grande parte dos bebês dorme com o balanço do carro.

Mas guarde essa alternativa para último recurso -- não vai ser muito agradável ter de sair de carro todas as noites. Evite condicionar o sono ao ato de ninar.

• Tente fazer uma massagem

Fazer uma massagem suave ou acariciar as costas ou a barriga do bebê pode ajudar a acalmá-lo. Se seu filho parece estar sofrendo de gases, tente colocá-lo para mamar numa posição mais ereta, e não deixe de fazê-lo arrotar depois. Você pode também fazer o movimento de "bicicleta" nas perninhas do bebê, para ajudá-lo a soltar os gases que o incomodam.

• Deixe-o chupar alguma coisa

Certos recém-nascidos têm uma necessidade muito grande de sugar alguma coisa, e chupar uma chupeta ou o dedo pode ser bem reconfortante. Esse tipo de sucção torna os batimentos cardíacos do bebê mais regulares, relaxa o sistema digestivo dele e o ajuda a se acalmar.

• Não exija muito de si mesma

Um bebê que passa o tempo todo chorando não está se prejudicando, mas com certeza está descabelando a família inteira (e os vizinhos também). Se seu filho continua infeliz, mesmo com todos os esforços para acalmá-lo, talvez você acabe se sentindo rejeitada.

Quando esse tipo de situação acontece, os pais costumam se culpar, atribuindo o choro incessante a sua incompetência como pais, mas quase nunca essa é a causa. Se você sabe que seu bebê está alimentado e confortável e que ele não está doente, e se já tentou de tudo, mas nada adiantou, é melhor dar um tempo e pensar um pouco em você -- senão fica difícil de aguentar. Veja algumas sugestões:

• Respire fundo.

• Se ajudar, use um fone de ouvido e ouça um pouco de música.

• Peça ajuda para uma amiga ou um parente. Deixe seu companheiro ou a avó assumirem os cuidados com o bebê, para você descansar um pouco a cabeça, nem que seja só enquanto toma um bom banho, com o rádio ligado para não ouvir o choro.

• Tenha sempre em mente que não há nada de errado com o bebê, e que o choro não vai prejudicá-lo. Pode ser que você fique bem mais tranquila se aceitar que seu filho chora bastante e ponto. É o temperamento dele. Pelo menos assim não precisará ficar maluca procurando os motivos do choro, nem se culpar, nem tentar mil e uma estratégias que nunca funcionam.

• Lembre: é só uma fase, e vai passar.

Já é difícil ter um recém-nascido em casa. Ter em casa um recém-nascido que não pára de chorar é mais difícil ainda. Aceite a ajuda das pessoas, em vez de deixar a situação ir piorando. E console-se com o fato de que a cada dia que passa seu bebê cresce, e aprende novas formas de se comunicar com você. Aos poucos, o chororô vai passar.


E entro em PANICO.

Domingo, 3 de Maio de 2009

all is full of love

Depois de 34055 milenios sem postar, volto para dar noticias da Virgulinha. Ja sabemos que eh um menino, e que vai se chamar Rapahel. Vimos o rostinho dele na ultima eco que fiz, tai do lado, coisa mais linda do mundo todo.

E descobri que minha gestaçao nao tem 22 semanas, mas sim 23 e um tantinho. E a data prevista do parto pulou de 03/09 para 25/08. Ai me bateu o panico. Parece tao perto!! E eu nem decidi nada sobre o parto ainda!!

Ta. Dai eu fui ler, ne. Ja tinha ouvido falar bastante do tal parto de cocoras, que doi menos e tal. E na ultima vez que fui na gine vi um video dela fazendo um parto na agua. Meu, a mulher nem parecia que tava parindo!! E agora? Qual o melhor?
Vejamos:

CÓCORAS
Agachada, a mulher se beneficia da ação da gravidade e de menor compressão dos
vasos sanguíneos maternos.

Pesquisas científicas comprovam que ter o bebê na posição de cócoras é favorável à mulher e ao
bebê. O obstetra e professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) Hugo sabatino é
um dos precursores do parto de cócoras aqui no Brasil e prova sua tese por meio de pesquisas
efetuadas no Grupo de Parto alternativo da Unicamp, onde todos os anos cerca de 100 mulheres
vivenciam a experiência do parto de cócoras. Nesta entrevista, ele explica os benefícios desse
tipo de procedimento.
Quais as vantagens da posição de cócoras?
Hugo Sabatino - Agachada, a mulher se beneficia de várias formas. Para começar, existe maior
ação da gravidade e menos compressão dos vasos sanguíneos maternos. Isso é comprovado por
várias pesquisas, algumas realizadas na Unicamp. E não é só. A mulher respira melhor e tem
contrações mais efetivas durante o trabalho de parto e no período expulsivo. Há também fatores
importantes para ela, como a menor sensação dolorosa e maior produção de endorfinas, os
anestésicos naturais.
É verdade que o parto de cócoras é mais rápido?
HS - Sim, porque as contrações do útero são mais efetivas e a pressão vaginal menor, facilitando
a saída da criança pelo canal do parto. No procedimento convencional, o período dura em média
de 30 a 60 minutos em mulheres que nunca deram à luz antes. Na posição de cócoras, o período
expulsivo dura em torno de 15 a 30 minutos e, mesmo que leve mais tempo, há menos riscos de
complicação para o bebê.
Quais as vantagens para a criança?
HS - As pesquisas comparativas feitas na Unicamp provaram que as crianças nascidas de partos
tradicionais (na posição horizontal ou deitada) tiveram sete vezes mais depressão do que as
nascidas de partos de cócoras. Isso se justifica por uma série de fatores. A posição de cócoras
materna faz com que o bebê nasça em melhores condições. Os resultados dos testes de Apgar -
que avaliam os reflexos da criança ao nascer - são superiores. E os nenês apresentam também
maior nível de hormônio do amor. Em outras palavras, eles chegam ao mundo de maneira muito
mais humana.

Fonte: http://www.anike.com.br/parto.html


Parto na Agua
No mundo inteiro, cada vez mais mulheres têm procurado formas alternativas para dar à luz. Ouve-se falar em parto de cócoras, parto natural, parto domiciliar, parto na água e por daí por diante.

No Brasil, embora as mulheres têm começado a demonstrar mais interesse pelo assunto, são ainda poucas as opções de partos mais naturais que são oferecidas. No serviço particular, cerca de 80% dos partos são cesáreas. Dos 20% normais, quase todos são feitos com a mulher deitada, com as pernas em estribos, anestesiada, dentro de centros cirúrgicos. Apenas uma pequena fração dos partos normais acontecem de forma mais natural ou "fisiológica", para usar o termo técnico.

As razões para esse descompasso em relação a outros países são várias. Entre elas estão a cultura médica, interesses financeiros, desconhecimento da classe médica e da população e falta de ambientes adequados.

O parto na água é uma modalidade de nascimento onde a mulher fica dentro da água durante o período expulsivo de modo que o bebê chega ao mundo no meio aquático, exatamente como estava no útero. A água é aquecida a 36ºC, o ambiente geralmente fica à meia luz e o pai ou acompanhante pode entrar na banheira com a futura mãe.

Esses nascimentos costumam ser muito suaves e calmos e muitos bebês sequer choram quando são trazidos à tona para o colo de suas mães.

Alguns médicos alegam que esse parto não é seguro, porque o bebê pode aspirar água. Na verdade os registros de incidentes nos partos aquáticos são muito raros e comparado com partos na mesa ginecológica o parto na água não perde em segurança, mas ganha em qualidade do nascimento.

Outros profissionais alegam que na água não dá para fazer a episiotomia. Este argumento é falho já que a questão é que no Brasil faz-se mais episiotomia que o recomendado pela Organização Mundial da Saúde e outros órgãos de saúde. Na água morna o períneo fica bastante relaxado em relação ao parto tradicional, e as rupturas são raras e geralmente muito superficiais. A episiotomia nesse tipo de parto embora seja possível, é desnecessária em quase todos os casos.

O uso da banheira também pode ser iniciado antes do período expulsivo, para relaxamento e para a suavização das sensações do trabalho de parto. As contrações ficam menos fortes e o bebê pesa menos sobre o colo do útero. Muitas mulheres saem instintivamente da água na hora do bebê nascer, preferindo ficar sobre um colchão, de cócoras, deitada em posição semi-reclinada, ou até de lado (posição de Sims).

Aqui no Brasil, conhecemos poucos profissionais que oferecem o parto na água hospitalar como uma das possibilidades de atendimento: alguns em São Paulo e outros no Rio de Janeiro, até porque os próprios hospitais não aceitam essa possibilidade (não esqueça que as taxas de cesarianas dos hospitais particulares são de 90-95%, portanto o parto na água não é um "produto" interessante). No entanto se o parto for domiciliar, o parto na água é possível com o uso de banheira inflável, fáceis de se encontrar e montar. Em muitas cidades grandes já existem médicos e enfermeiras obstetras que atendem partos domiciliares, e a banheira é uma ferramenta que em geral eles oferecem.

Nos hospitais que oferecem banheira nas salas de parto, essas são estreitas e não servem para o período expulsivo. No entanto são ótimas para o relaxamento durante o trabalho de parto. Por outro lado é possível um parto na água em casa e para isso usa-se uma piscina desmontável, dessas infantis, que pode ser enchida com água do chuveiro. É só usar a criatividade...

Fonte: http://www.amigasdoparto.com.br/partonagua.html

A banheira recomendada pela minha gine eh essa, mas vi por ai que pode usar aquelas piscininhas de criança na boa. Deve ser mais barata, de qualquer forma. A piscininha, digo.

Amanha na consulta eu pergunto, ne.

Quinta-feira, 5 de Fevereiro de 2009

Os signos e a nossa família hehe

A mãe de Áries
Você é uma mãe dinâmica e rápida. Consegue fazer muitas coisas ao mesmo tempo. Só não dá para absorver tudo sozinha. Atenção à sua tendência a achar que, se ninguém consegue fazer “do seu jeito”, então é melhor que você mesma faça. Não tente ser uma heroína. Aproveite a chegada do bebê para aprender a delegar as tarefas mais pesadas da rotina e curtir o seu filho. Você transmite confiança e encorajamento ao bebê já nas primeiras etapas de seu desenvolvimento. O estilo de maternidade da ariana estimula a autonomia e a independência. Controle a ansiedade e respeite o tempo necessário para as conquistas, pois você é de Áries, mas talvez o bebê não seja. Não tenha pressa. Para não se estressar na licença-maternidade, você precisa de um tempo para praticar um pouco de esporte. Correr na esteira ou fazer bicicleta são atividades que combinam com seu ritmo acelerado.

O pai de Touro
Ao ser pai, o taurino vê reforçadas as suas preocupações com estabilidade e segurança financeira. Ele vai trabalhar incansavelmente para dar tudo o que for preciso ao bebê. Muitos homens de Touro têm talento para arquitetura, design e marcenaria. Ele terá um prazer enorme participar da preparação do quarto do seu filho, criando uma peça da mobília ou instalando o lambri na parede. Talvez o caseiro taurino prefira não sair muito enquanto o bebê ainda for pequeno, para evitar aquelas choradeiras durante os passeios, perturbando o sossego que ele tanto aprecia. Mas assim que for possível, seu pequeno conhecerá os melhores restaurantes, já que o pai de Touro adora comer bem e você estará entretida demais com as fraldas e tudo mais para caprichar sempre no cardápio. O bebê terá à sua disposição um colo seguro, generoso e aconchegante, sempre que buscar o papai taurino.

O bebê de Virgem
O pequeno virginiano gosta de ordem e rotina. Não por menos. É atento a detalhes que você nem imagina que existem. Este bebê desconfia de muita graça para o seu lado, porque não sabe se estão rindo para ele ou dele. Tímido e modesto por natureza precisa ser lembrado, desde pequenino, de que é importante e cheio de qualidades. Virginianos se concentram com facilidade e podem ficar bastante tempo observando a mesma coisa ou repetindo uma brincadeira. Essa criança pode chorar excessivamente quando se perceber suja, molhada ou melecada. Não é exagero. O virginiano necessita, inconscientemente, estar limpo para se sentir bem. Ele está apenas sinalizando para você que quer de uma mãozinha, o quanto antes. O intestino dele em geral é preso, refletindo seu temperamento contido.

are you there little fetus? in a few months will you come greet us?

Cara, essa coisa toda de gravidez é esquisito, viu. A gente fica toda achando que vai ser toda uma fase mágica, onde você e o marido vão estar super conectados e apaixonados, que ele vai te entender em TUDO, que tudo vai ser lindo. E não é bem asim, sabe.

Pelo menos aqui em casa, as coisas não mudaram muito.

Bem, tirando os mood swings absurdos que venho tendo, o sono e a vontade de fazer xixi a cada meio minuto.

Fora isso, tá tudo igual, e o que é pior: EU tô igual. Nada de bocão, cara de grávida, peitos doloridos e inchados. Se eu não disser, ninguém fica sabendo.

Na verdade a coisa toda ainda é um tanto irreal pra mim, que nem eu acredito que tá acontecendo mesmo. Nem enjoando eu tô mais!

E graças aos meus sonhos esquisitos, fico achando que a Virgulinha (a esta altura ela já se parece um camarãozinho hihi) pode nem estar mais lá. Como? Boa pergunta, mas vai saber né.

Que esta fase chata passe logo, e que eu fique mais tranquila, logo. Fico tão ansiosa para as próximas fases! Saber se é mesmo Virgulinha ou Virgulinho, decorar o quartinho, arrumar as coisinhas dele/a no armário... essas coisas. Mas ainda é cedo. O médico só diz isso: ainda é cedo pra isso, é cedo pra aquilo, bla bla bla.

Ah, e hoje faz um mês que descobri a gravidez! ^.^